Empresas
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Os pequenos negócios e microempreendedores estão entre os públicos que mais devem sofrer durante o período da pandemia do coronavírus. Muitos não têm reserva ou capital de giro para manter certas obrigações financeiras.

Por isso, algumas empresas e associações estão tentando dar uma maõzinha para que os negócios continuem funcionando, e que os prejuízos sejam os menores possíveis.

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) tenta negociar alternativas junto aos governos federal, estadual e municipal. A associação também está conversando com os aplicativos de entrega para que eles reduzam a taxa que cobram dos restaurantes pelo uso da plataforma — que pode chegar a 30% do valor do pedido.

A Apponte.me, plataforma de registro de ponto, está oferecendo seu serviço por 60 dias. A startup foi criada há quatro anos para descomplicar e baratear o registro de pontos. Criou uma maneira de registrar o ponto de forma mais digital ao tirar a foto do colaborador, seja com um tablet para registro no escritório ou um aplicativo para funcionários remotos. Hoje, cerca de 5.400 CNPJs usam as soluções da startup.

O Hybank, fintech de gestão financeira para o microempreendedor, abriu seus canais de atendimento para tirar dúvidas do seu público. Por meio de e-mails, redes sociais e chats, os empreendedores podem tirar dúvidas e discutir estratégias para manter o negócio saudável.

O Santander Brasil anunciou condições especiais em soluções financeiras para dar fôlego ao empreendedor. As empresas clientes do banco contam com três meses de carência para o pagamento da primeira parcela ao contratar linhas de capital de giro.

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